Frank Mckinney Hubbard - Filósofo e jornalista americano disse: Porque a pessoa que diz, “Eu não sou um orador”, em vez de assumir isso resolve dar uma demonstração?
24 de Fevereiro de 2012 às 10:29
Por: Augusto José Hoffmann
Tema para debate
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21 de Fevereiro de 2012 às 10:22
Por: Augusto José Hoffmann
Tema para debate
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27 de Janeiro de 2012 às 11:15
Por: Augusto José Hoffmann
Tema para debate
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14 de Dezembro de 2011 às 10:45
Por: Augusto José Hoffmann
Tema para debate
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7 de Dezembro de 2011 às 10:15
Por: Augusto José Hoffmann
Tema para debate
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3 de Dezembro de 2011 às 09:00
Por: Augusto José Hoffmann
Tema para debate
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17 de Novembro de 2011 às 10:10
Por: Augusto José Hoffmann
Tema para debate
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31 de Outubro de 2011 às 12:30
Por: Aldo Nestor Siebert
Tema para debate
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Estudo mostra falhas nos sistemas de prevenção da corrupção dos estados brasileiros
Por Assis Ribeiro - Do Jogos Limpos.org.br
"Para se fazer um combate efetivo a corrupção no país será necessário melhorar a estrutura dos Tribunais de Contas Estaduais, assembleias legislativas, comissões parlamentares de inquérito e a independência da mídia local. Essas são as conclusões principais do diagnóstico e análise dos sistemas de integridades dos estados brasileiros compara a atuação de mecanismos de prevenção e controle da corrupção nas 26 unidades da Federação, mais Distrito Federal.
O sumário executivo foi lançado nesta terça-feira, (4/10) em Brasília no Seminário Fundamentos para a Prevenção e Controle da Corrupção. Este estudo é produto do convênio entre o Instituto Ethos, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc) e a Controladoria Geral da União (CGU).
.........................................................................................."
Excelente reflexão sobre o tema que você pode conhecer na íntegra clicando aqui
11 de Outubro de 2011 às 12:30
Por: Aldo Nestor Siebert
Tema para debate
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A criação de conselhos de comunicação, em muitos casos, regulamentando artigos que já constam das constituições estaduais há mais de duas décadas, é um importante passo no sentido de permitir a participação da sociedade na formulação das políticas estaduais de comunicação social e inclusão digital. A Bahia saiu na frente e o Rio Grande do Sul avança.O Correio Braziliense publicou recentemente matéria sobre decisão do Governo do Distrito Federal de criar o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal (CDES-DFD) [cf. "Sociedade chamada à discussão", 13/9/2011, Cidades, p.24].
A referência é o CDES nacional, criado pela Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, para "assessorar o Presidente da República na formulação de políticas e diretrizes específicas, e apreciar propostas de políticas públicas, de reformas estruturais e de desenvolvimento econômico e social que lhe sejam submetidas pelo Presidente da República, com vistas na articulação das relações de governo com representantes da sociedade". CDES estaduais já foram criados e funcionam nos estados de Alagoas, Bahia, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Sul (cf. http://www.cdes.gov.br/conselhos-brasil.html).
O CDES-DF, presidido pelo governador, terá 80 conselheiros por ele convidados, sendo que 26 representantes do próprio governo, 20 personalidades e intelectuais, 18 empresários e 16 líderes de movimentos sociais. Para seu funcionamento os conselheiros se organizarão em Câmaras Setoriais que serão definidas após a instalação do CDES.
O exemplo do RS (CONTINUA)
4 de Setembro de 2011 às 10:15
Por: Augusto José Hoffmann
Tema para debate
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Meninos e meninas: eu estava contando como tudo começou, esse jogo chamado política, parecido com o jogo de xadrez e suas peças, faraós, reis, imperadores, czares, deputados, senadores, juntas militares, generalíssimos, eminências pardas, eleições, muito dinheiro, tudo misturado, tudo se movendo sobre um tabuleiro quadriculado chamado poder. Aquelas avenidas horizontais, verticais e oblíquas desenhadas no tabuleiro são as avenidas do poder. É necessário conhecer as avenidas do poder para se jogar o jogo da política. Mas há uma diferença: no jogo do xadrez todas as avenidas são visíveis e claras. O xadrez é um jogo transparente. O jogo da política é mais complicado: há muitas avenidas de poder no lado oculto do tabuleiro, o lado que ninguém vê. O jogo da política é o jogo da não-transparência. Razão por que só os bobos acreditam no que vêem. Todas CPIs, apurações, investigações e depoimentos existem a fim de trazer o lado oculto do poder à visibilidade. Mas, como se sabe, bichos que vivem no lado debaixo do tabuleiro, escondidos, tais como as lacraias, piolhos de cobra, centopéias, miriápodos, escorpiões, vermes, lesmas não gostam de ser vistos. Fazem tudo para que o tabuleiro do poder não seja revirado. Quando o tabuleiro é revirado é aquele susto. Primeiro, susto dos que viviam escondidos no escuro que se põe então a correr, em busca do escuro. Segundo, susto dos que viviam no claro: eles nunca haviam imaginado que o lado escondido do tabuleiro do poder fosse assim tão repulsivo. E há uma pecinha sem importância, sem vontade própria, que vai sendo empurrada para lá e para cá, chamada povo. Para o povo vale o aforismo: " Os elefantes, quer façam amor quer façam a guerra, a grama sempre sofre" O povo é a grama. O fim do jogo se anuncia com a expressão "xeque mate" que, segundo suas origens etimológicas no pérsico que dizer " o rei está morto."
19 de Agosto de 2011 às 12:30
Por: Aldo Nestor Siebert
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15 de Junho de 2011 às 10:30
Por: Aldo Nestor Siebert
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25 de Maio de 2011 às 11:45
Por: Aldo Nestor Siebert
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23 de Maio de 2011 às 14:30
Por: Luiz Carlos Soares
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18 de Maio de 2011 às 11:00
Por: Luiz Carlos Soares
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Para surpresa de ninguém, a coisa se repetiu. A grande imprensa brasileira mais uma vez exibiu sua ampla e larga ignorância a respeito do que se faz hoje no mundo acadêmico e no universo da educação no campo do ensino de língua.Estamos elaborando uma nova enquete, aguarde!
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