Minhoca na Cabeça

Frank Mckinney Hubbard - Filósofo e jornalista americano disse: Porque a pessoa que diz, “Eu não sou um orador”, em vez de assumir isso resolve dar uma demonstração?

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15 de Maio de 2012 às 13:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Os enfermeiros, técnicos de enfermagem e funcionários do Hospital Regional foram presenteados com dois períodos repletos de atividades na empresa. O tema principal foi "Humanização no atendimento e entre colegas". O Dia do Enfermeiro foi comemorado no dia 12.
"Durante a manhã e à tarde eles assistiram palestras motivacionais e participaram também de sessões de ginástica laboral. Conseguimos valorizar a importância do relacionamento com os pacientes e os colegas de trabalho de uma forma diferente", revelou a gerente de enfermagem do HRAV, Leila Fátima Vani.
E para atender todos os funcionários nesta semana de festividades, o departamento de psicologia do HRAV vai realizar três dias (terça, quarta e quinta-feira) com sessões de relaxamento, na sala de estudos do hospital. Pela manhã elas serão realizadas a partir das 8h30. À tarde, ela inicia ás 13h30.
No Brasil, a Semana da Enfermagem é celebrada entre os dias 12 e 20 de maio. A data foi instituída na década de 40, em homenagem a enfermeira brasileira Ana Néri. Ela foi a primeira a se alistar  voluntariamente em combates militares. A profissão tem sua origem milenar e data da época em que ser enfermeiro era uma referência a quem cuidava, protegia e nutria pessoas convalescentes, idosos e deficientes. Só no País são mais de 100 mil enfermeiros.
"Neste encontro nós vamos resgatar um pouco dessa base. Acima de tudo vamos focar no cuidado com o ser humano. Precisamos continuar com esta filosofia aqui dentro. Nosso objetivo é de buscar o crescimento com este dia", concluiu.

FUSAVI - Fundação de Saúde do Alto Vale do Itajaí
HRAV - Hospital Regional Alto Vale
crédito foto - HRAV

12 de Maio de 2012 às 11:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Um comitê de especialistas em saúde dos Estados Unidos apoiou, pela primeira vez, um medicamento para evitar a contaminação pelo vírus HIV.

O Comitê Consultivo sobre Drogas Antivirais, que aconselha a Agência Americana de Drogas e Alimentos (FDA, na sigla em inglês), aprovou o uso do Truvada, um comprimido de uso diário que deve ser usado por pessoas não infectadas que estariam correndo risco maior de contrair o vírus da Aids.
O uso do medicamento foi aprovado pelo comitê com 19 votos a favor e três contra para que o Truvada seja receitado para o grupo considerado de maior risco, homens não infectados que tem relações sexuais com múltiplos parceiros também homens.
Também foi aprovado, por maioria dos votos, a prescrição do Truvada para pessoas não infectadas que tem parceiros portadores do HIV e para outros grupos considerados em risco de contrair o vírus através de atividade sexual.
O uso do Truvada já foi aprovado pela FDA para pessoas que já tem o vírus HIV e é tomado junto com outros medicamentos.
Estudos realizados em 2010 mostraram que o Truvada, do laboratório californiano Gilead Sciences, reduziu o risco de infecção pelo HIV entre 44% e 73% em homossexuais masculinos saudáveis e entre heterossexuais saudáveis que são parceiros de portadores do vírus HIV.

Oposição

A votação no comitê ocorreu depois de uma reunião de 11 horas em Silver Spring, Maryland, e uma longa sessão de comentários.
Alguns funcionários do setor de saúde e grupos ativos na comunidade de portadores do HIV foram contra a aprovação do uso do Truvada. Este grupos temem que os usuários do medicamento desenvolvam uma falsa sensação de segurança.
Eles também temem o surgimento de uma variante do HIV resistente ao remédio.
Também existe a preocupação com o alto custo do Truvada, que pode desviar recursos de opções mais baratas.
"Precisamos ir mais devagar. Eu me preocupo muito com minha comunidade para não falar de minhas preocupações", afirmou Joey Terrill, da Aids Healthcare Foundation, fundação que fez campanha contra a aprovação do medicamento.
"O Truvada precisa ser tomado todos os dias, 100% do tempo e a minha experiência como enfermeira registrada me diz que isto não vai acontecer", afirmou a enfermeira Karen Haughey.
No entanto, outros aprovaram a decisão do comitê.
"Isto nos coloca mais perto de um marco decisivo nos esforços globais de prevenção do HIV", afirmou depois da votação Mitchell Warren, diretor-executivo da Coalizão de Defesa da Vacina da Aids.
A FDA não é obrigada a seguir o aconselhamento do comitê, mas geralmente segue. A decisão final da agência americana deve ser tomada no dia 15 de junho. (Matéria do BBC Brasil - Saúde)

8 de Maio de 2012 às 12:00
Por: Aldo Nestor Siebert

Mais de 60 casais deverão lotar as dependências do auditório do Hospital Regional Alto Vale (1º andar), em Rio do Sul, nesta terça-feira (dia 8), das 19 às 21h. O encontro promove o segundo curso para gestantes e acompanhantes - temporada 2012. As reuniões serão realizadas todas as terças e quintas-feiras, até o dia 29 de maio.
No primeiro dia do curso a palestra será ministrada pelo médico psiquiatra Fernando Celli. O tema  "Aspectos emocionais da gestação" sempre faz muito sucesso entre os participantes. "A procura também foi
muito grande para este curso. A mulher que estiver no sétimo ou oitavo mês de gestação e quiser participar basta nos procurar", revelou a psicóloga do HRAV, Rossana Goral. As inscrições podem ser feitas pelo
telefone: (47) 3521-2000.
O Hospital Regional Alto Vale oferece vários cursos por ano para gestantes e acompanhantes. Todos os que participam das palestras recebem uma apostila, com orientações do início ao fim da gestação. Um tema que também é discutido nos encontros é "Amamentação e o auxílio na dicção". As explicações são passadas com o suporte de vídeos e fotos, que mostram os cuidados logo nos primeiros meses de vida dos bebês. Outro assunto abordado é a escolha: "Parto normal ou cesariana?".
Logo nas primeiras reuniões, os participantes começam a se envolver e eles sentem a necessidade de observar melhor algumas experiências.
"Quando a pessoa se prepara, ela enfrenta melhor o momento. Aqui nós também ressaltamos a importância da alimentação, do pré-natal e a função determinante de quem acompanha a gestante", revelou a enfermeira Janaina Willemann.

FUSAVI - Fundação de Saúde do Alto Vale do Itajaí
HRAV - Hospital Regional Alto Vale
crédito da foto - HRAV

6 de Maio de 2012 às 11:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Pacientes de câncer no intestino que tomam aspirina podem reduzir em um terço o risco de morrer por causa da doença, acreditam especialistas.

Mas eles dizem ser muito cedo para concluir que o medicamento deveria ser ministrado regularmente a pacientes.
Outros estudos já apontaram para benefícios do analgésico no tratamento de outros tipos de câncer. Mas a droga também pode ter indesejáveis e perigosos efeitos, causando irritação estomacal e hemorragia interna em alguns pacientes.
O estudo, publicado pelo British Journal of Cancer, examinou 4.500 pacientes na Holanda. Todos receberam baixas doses diárias de aspirina - 80mg ou menos - dose também é recomendado a pessoas com doenças cardíacas.
No estudo, que levou quase uma década, um quarto dos pacientes não usaram aspirina, um quarto apenas usou aspirina depois de ser diagnosticado com câncer e a metade restante tomou aspirina antes e depois do diagnóstico.
A maior parte dos pacientes que tomaram aspirina o fizeram para evitar doenças cardiovasculares, como enfarte e acidentes vasculares.
Tomar aspirina por qualquer período depois do diagnóstico reduziu a chance de morte por câncer em 23%.
Os pacientes que tomaram doses diárias do medicamento por pelo menos nove meses depois do diagnóstico tiveram a chance de morrer por câncer reduzida em 30%.
Os que usaram aspirina apenas depois de diagnosticado o câncer de intestino apresentaram um maior impacto na redução de mortalidade.
Nos pacientes que tomaram a aspirina antes e depois do diagnóstico, a redução do risco de morte foi de apenas 12%.
A razão para isso talvez seja o fato de que vários dos pacientes que já vinham tomando o analgésico sofriam de tipos de câncer particularmente agressivos, afirmam especialistas.
O pesquisador Gerrit-Jan Liefers, do Centro Medicinal da Universidade de Leiden, afirmou: "Nosso trabalho soma-se a crescentes evidências de que a aspirina não apenas pode prevenir a ocorrência de câncer mas também impedir que a doença se espalhe".
Ele disse que a aspirina não deve ser vista como alternativa a outros tratamentos, como a quimioterapia, mas poderia ser útil como tratamento adicional.

Recomendar, não

"É possível que pessoas mais velhas tenham outros problemas de saúde que não permitam a quimioterapia. Câncer de intestino é mais comum em pessoas mais velhas, então esses resultados poderiam ser um grande avanço no tratamento da doença, particularmente para este grupo. Mas precisamos de pesquisa adicional para confirmar isso."
Ele disse que o plano agora é fazer um teste aleatório controlado - chamado "Gold Standart Test" na pesquisa - para verificar se a aspirina prevalece sobre uso de placebo junto ao mesmo grupo de idosos.
Sarah Lyness, da Cancer Research UK, disse: "Este último estudo acrescenta evidências sobre os benefícios da aspirina. Mas ainda não chegamos ao ponto de recomendar que as pessoas tomem aspirina para reduzir o risco de câncer.
"Ainda há questões que precisamos responder sobre efeitos colaterais, como hemorragia interna, e sobre quais seriam os maiores beneficiados pelo uso da aspirina, quem poderia sofrer efeitos negativos e ainda que dose deveria ser ministrada".
"Qualquer um pensando em tomar aspirina para reduzir o risco de câncer deveria conversar com seu médico primeiro. Pessoas com câncer devem estar cientes de que a aspirina pode aumentar as chances de complicações antes de cirurgia ou outros tipos de tratamento, e devem discutir isso com o especialista.
"Enquanto isso, há outras formas de reduzir os riscos de câncer, como não fumar, beber menos álcool e manter um peso saudável". (Texto extraído do BBC Brasil - Saúde)

22 de Abril de 2012 às 11:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Apesar de estar relacionada ao ganho de peso, a cerveja não é a única
responsável pela barriguinha - Foto: Getty Images

A cerveja não é a grande vilã da boa forma, embora possa contribuir para gordura total. Pelo menos é o que diz o estudo publicado no jornal britânico Daily Mail. De acordo com a publicação, um grupo de cientistas alemães analisou o peso, bem como as medidas do quadril e da cintura de quase 20 mil pessoas por mais de quatro anos. Os participantes foram convidados a detalhar o quanto bebiam de cerveja e o que mais eles consumiam durante cada dia.
O resultado mostrou que os grandes bebedores ganham peso sim, mas não obrigatoriamente em volta da cintura. Tanto homens bebedores de cerveja, quanto aqueles que não consumiam a bebida ganharam massa gordurosa na cintura. No caso das mulheres, as apreciadoras de cerveja tiveram um crescimento mais acentuado nos quadris do que na barriga em si.
Outro estudo realizado na República Checa foi além: diz que beber cerveja por sim só não causa muitas mudanças no peso. No entanto, os cientistas envolvidos no estudo alemão acreditam que a pesquisa checa é um grande erro. (Fonte - Terra Saúde)

18 de Abril de 2012 às 12:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Com o objetivo de fortalecer a estrutura dos hospitais da região, a Fundação de Saúde do Alto Vale do Itajaí vai organizar mais um fórum para detectar problemas e buscar soluções na área da saúde. Desta vez, a próxima reunião vai ocorrer com as instituições hospitalares que integram a Secretaria de Desenvolvimento Regional de Taió. A data está confirmada para o dia 15 de maio. O local e o horário serão confirmados nos próximos dias pela Fusavi.
“Nós vamos escutar os prefeitos, os secretários de saúde e os representantes dos hospitais daquela regional. Depois nós vamos divulgar aquilo que nós podemos fazer para ajudá-los. Nosso objetivo é fazer com que eles também cresçam, assim como o Hospital Regional está crescendo”, revelou o presidente da Fusavi, Giovani Nascimento.
Na sequência, as secretarias de Ibirama e Ituporanga também sediarão os fóruns. Em agosto, as discussões voltam para Rio do Sul. Na ocasião será organizado um evento que vai reunir todos aqueles que participaram dos três debates. Nesta reunião serão apresentar à sociedade as decisões que foram tomadas e os projetos que já estarão em desenvolvimento.  
O fórum, promovido todos os meses pela Fusavi no Hospital Regional, iniciou o processo de aprovação da compra de uma máquina que realizará exames de ressonância magnética. A divulgação foi feita no dia 20 de março. O equipamento também será utilizado para atender os pacientes do Sistema Único de Saúde, rede particular e de convênios. No dia 30, a decisão foi informada oficialmente aos prefeitos que integram a Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí.
Ainda hoje, todos os pacientes do Alto Vale que precisam realizar exames de ressonância magnética pelo SUS são obrigados a viajar para Blumenau (distância de 80km para Rio do Sul). Por mês, o HRAV pretende realizar cerca de 300 procedimentos. A previsão é de que a máquina seja instalada no hospital até o mês de outubro. Os primeiros trâmites burocráticos já foram vencidos.
“Graças aos fóruns, o Hospital Regional agora será uma referência nesse tipo de exame. Nós atendemos 1400 pessoas em média por mês. E desde já nós queremos fortalecer essa parceria. O número de pacientes pode aumentar caso a cidade de Rio do Sul faça parte do grupo a partir dos próximos meses”, ressaltou o diretor-executivo do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Alto Vale do Itajaí (CIS - Amavi), Paulo Roberto Tschumi.
Por ser um dos mais completos na atualidade, a procura por exames de ressonância magnética aumentou nos últimos dois anos. Pelo SUS, o custo aproximado é de 268 reais. Outra estatística que preocupa é o número de acidentes com ambulâncias que realizam os deslocamentos dos pacientes para outras regiões do Estado.
“Como os municípios devem economizar quantias significativas. Eu entendo que vai sobrar recursos para investir não só na saúde mas também em outras secretarias das prefeituras. Isso automaticamente vai gerar um aquecimento na economia indireta. Ou seja, eu deixo de gastar aqui para aplicar ali. Essa aquisição veio em um ótimo momento. Com isso nós vamos reduzir as tão comentadas ambulancioterapias”, concluiu Darci Bonatto, coordenador da Comissão Intergestores Regional.
O projeto, que levou algumas semanas para ser planejado e organizado, começou a ser desenvolvido no segundo semestre do ano passado e já tem o apoio efetivo dos quatro secretários regionais de saúde, que também representam a Amavi: Tercílio Bonessi - Taió; Altéia Ferrari - Ibirama; Wanderleia Sebold - Ituporanga e Antonio Pedroso - Rio do Sul.
“Cada um de nós representamos uma Secretaria de Desenvolvimento Regional criada pelo Governo do Estado de Santa Catarina. Nosso compromisso é de aproximar as relações com o hospital e deliberar algumas ações para agilizar alguns processos e vencer algumas questões burocráticas”, destacou o secretário de saúde da SDR de Rio do Sul, Antonio Pedroso.

Informações
FUSAVI - Fundação de Saúde do Alto Vale do Itajaí
HRAV - Hospital Regional Alto Vale

15 de Abril de 2012 às 11:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Todos os dias são lançados diversos tipos de produtos que prometem acabar com as rugas, mas, dessa vez, as boas notícias da área apontam para um ingrediente simples e supostamente milagroso, a vitamina C. As informações são do jornal britânico Daily Mail.
A indústria da beleza já sabe faz tempo que esta vitamina - tanto na comida como em forma de creme - é vital para a saúde da pele. Os nutrientes ajudam a formar o colágeno e a elastina, que são essenciais para manter a pele firme e jovem. Ela também age como um antioxidante para proteger os efeitos dos raios UV, da poluição ou de uma dieta desequilibrada.
No entanto, a vitamina C foi deixada de lado por muitos anos pelas companhias cosméticas, que estavam em busca de novos ingredientes como açaí, glicanos e ácido hialurônico. "A nova tecnologia indica que podemos aproveitar a vitamina C com objetivos mais específicos, especialmente no combate a linhas finas e pigmentação", observa Gillian Barclay, da Kiehl.
Além disso, os dermatologistas descobriram que a vitamina C é um dos melhores ingredientes para combater manchas escuras - ela não somente clareia a pele, mas também inibe a produção da tirosinase, a enzima que cria a pigmentação.
Os cientistas também descobriram que a vitamina C não só é essencial para a construção do colágeno e da elastina, mas de fato dá o pontapé inicial na produção dessas proteínas, o que a torna um potente antiidade.
O problema no passado é que era difícil usar a vitamina C em doses suficientes para fazer a diferença, porque existia uma tendência para a oxidação - em outras palavras, parava de funcionar em contato com o ar. A nova geração de produtos de vitamina C ultrapassou esse problema.
Para quem tem a pele sensível, os especialistas recomendam que a pessoa experimente produtos com a forma solúvel da vitamina C, para um teste inicial. (Fonte: Terra Saúde)

25 de Março de 2012 às 11:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Texto de Alberto Schläpfer postado no site Amigos da Cura

Você lembra da margarina? Ela foi e ainda é apresentada como mais saudável que a manteiga .
Eu já vi sites renomados dizendo que devemos trocar a manteiga pela margarina que é mais saudável.
E o pior é que muita gente ainda acredita nisso!
Comer margarina é tão saudável quanto comer plástico derretido...A única diferença é o preço. A margarina é mais barata que plástico, mas o resultado é o mesmo.
Mas no momento não vou falar sobre a margarina, que é um veneno, mas sobre o Óleo De Canola, que está indo no mesmo rumo da margarina.
Você pode até não comprar o óleo achando que está se livrando dele, mas acaba consumindo-o em outros alimentos processados.
Antes de mais nada, vamos ver o que é o Óleo De Canola.
Primeiramente, Canola é um nome híbrido de óleo canadense (Canadian Oil). O tal óleo era processado e exportado principalmente pelo Canadá. Para que esse óleo fosse classificado como GRAS pela tão aclamada FDA, o governo canadense deu a ela...uma "graninha", diga-se de passagem um graninha bem alta.
GRAS significa Generally Recognized As Safe, ou seja, Geralmente Reconhecido como Seguro.
Com essa classificação, o óleo pôde ser produzido sem maiores problemas durante um bom tempo e sem precisar passar por testes de segurança. É como já havia postado: quando o dinheiro é mais importante que tudo, dane-se o resto...
Esse óleo é retirado de uma planta chamada Colza ou Couve - Nabiça, que é a mesma coisa. A colza era subsidiada pelo Canadá. Tanto plantio quanto colheita.
A Colza é uma planta barata, cresce bem e tem uma resistência natural a ataques de insetos. A extração do seu óleo e processamento é bem mais barato que outros óleos que são realmente saudáveis, como o azeite de oliva, por exemplo.
Essa planta tem um ácido extremamente tóxico chamado chamado ácido erúcico. Bom, com um nome desse não podia ser lá boa coisa.
Foi então desenvolvido um híbrido dessa planta com baixos teores de ácido erúcico. O óleo foi então originalmente chamdo de "lear oil", ou seja um óleo com baixo teor de ácido erúcico.
O óleo de colza é tão tóxico que nem insetos ou animais o ingerem. Caramba...será que eles acompanham meu blog? Mas, vamos em frente...
O óleo de colza foi incialmente usado como um óleo industrial. Olha que beleza! Para quem trocou a manteiga por margarina, agora tem um ótimo acompanhamento: nada como consumir plástico derretido com um bom óleo industrial...
Mas para que esse óleo fosse vendido para consumo ele teve que mudar de nome, é claro. Daí o nome de Canola. O ano do batismo foi 1988.
A colza foi modificada geneticamente para resistir a altas doses de herbicidas como o Roundup da Monsanto.Além da planta que tem um elemento de OGM imprevisível, o óleo é aquecido a mais de 300 graus, como parte de um processo para remover o odor extremamente desagradável. OGM é a sigla de Organismos Geneticamente Modificados. São vários os processos como degomagem, acidulação em lote, branqueamento, desinfecção, métodos de extração com solventes químicos, e prensagem de bagaço a altas temperaturas.
O Óleo de Canola é monoinsaturado o que faz com ele seja facilmente comparado aos óleos saudáveis.
Já ouvi gente dizendo: "Está vendo??? É um óleo bom!!! É um óleo monoinsaturado! É tão bom quanto o azeite de oliva extravirgem!"
Nessas horas eu tenho que contar até 10...respirar fundo e engolir uma boa resposta!!!
Falando educadamente, o Óleo de Canola pode até ser monoinsaturado, mas querer compará-lo com o azeite de oliva extravirgem....é o mesmo que comparar o Bin Laden com Mahatma Gandhi, afinal...os dois são homens!!! Certo??
O azeite de oliva extravirgem não é processado, não contém ácidos graxos trans e nem OGM.
E eis que vieram alguns testes independentes...
Um dos primeiros testes foi alimentar alguns leitões com comida que contínham o Óleo de Canola.
A coisa foi feia. Houve uma redução drástica nos níveis de vitamina E. Niveis baixíssimos a ponto de fazer esses leitões virarem bacon...
Além dessas redução de vitamina E, as plaquetas desses leitões ficaram extremamente pegajosas impedindo o fluxo sanguíneo. E é esse óleo que dizem ser bom para o coração??? Tô fora!!
O melhor que se pode falar do Óleo de Canola é que não se trata de uma opção saudável.
Quer um conselho? Esquece esse óleo...tem muita coisa boa para usar no lugar dele. Experimente o azeite de oliva extravirgem ou melhor ainda, o óleo de coco. Sua saúde vai agrader!

19 de Março de 2012 às 09:30
Por: Augusto José Hoffmann

O tratamento de câncer de fígado e rim pode custar U$ 5.500 por mês, ou US$ 175, caso o medicamento existente para essa finalidade seja vendido, respectivamente, pela multinacional Bayer (que o patenteou), ou pelo fabricante de genéricos Natco, da Índia, que recebeu autorização do governo para produzir uma droga equivalente com o mesmo efeito, sob o nome de Naxavar. A única diferença é o preço: 30 vezes mais barato.

A Índia é um dos países mais ativos na quebra de patentes farmacêuticas que permitem o acesso a drogas e tratamentos de outra forma inviáveis ao sistema de saúde pública de países pobres. Em 2007, o Brasil quebrou a patente da droga anti-HIV , Efavirenz , passando a importar um genérico da Índia , por um preço equivalente a um quarto do que pagava ao laboratório americano Merck. O Brasil teria de pagar US$ 42,9 milhões por ano à Merck pelo fornecimento da droga a cerca de 75 mil pacientes de aids do SUS. O genérico passou a ser comprado na Índia por US$ 0,44, contra US$ 1,65 cobrados pela Merck. No caso do Naxavar, a Índia pretende remunerar a Bayer pagando royalties de 6% sobre o preço de custo do genérico.

22 de Fevereiro de 2012 às 13:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Mais de 120 pessoas, entre gestantes e acompanhantes, deverão lotar as dependências do auditório do Hospital Regional Alto Vale (1º andar), em Rio do Sul, nesta quinta-feira (dia 23), das 19 às 21h. O encontro promove a estréia do curso para gestantes - temporada 2012. As reuniões serão realizadas todas as terças e quintas-feiras, até o dia 15 de março.
No primeiro dia do curso, a palestra será ministrada pelas psicólogas Denise Zuqui Hoch e Danielle Hencke Manschein. O tema “Aspectos emocionais da gestação” sempre fez muito sucesso nas edições anteriores. “A procura foi muito grande para este curso. Para esta edição nós não poderemos mais inscrever ninguém. Mas em maio nós vamos organizar mais um curso”, revelou a psicóloga do HRAV, Rossana Goral. As inscrições podem ser feitas pelo telefone: (47) 3521-2000.
O Hospital Regional Alto Vale oferece vários cursos por ano para gestantes e acompanhantes. Todos os que participam das palestras recebem uma apostila, com orientações do início ao fim da gestação. Um tema que também é discutido nos encontros é “Amamentação e o auxílio na dicção”. As explicações são passadas com o suporte de vídeos e fotos, que mostram os cuidados logo nos primeiros meses de vida dos bebês. Outro assunto abordado é a escolha: “Parto normal ou cesariana?”.
Logo nas primeiras reuniões, os participantes começam a se envolver e eles sentem a necessidade de observar melhor algumas experiências. “Quando a pessoa se prepara, ela enfrenta melhor o momento. Aqui nós também ressaltamos a importância da alimentação, do pré-natal e a função determinante de quem acompanha a gestante”, revelou a enfermeira Janaina Willemann. 
Estudos divulgados por institutos internacionais apontam que cada dólar aplicado em programas voltados para os três primeiros anos de vida de crianças, resultará em economia de, pelo menos, sete dólares em futuros programas de saúde, educação, previdência, assistência social e sistema prisional, além de produtividade de trabalho.
A pesquisa desperta a importância do HRAV em manter projetos que melhorem a qualidade de vida das gestantes e o acompanhamento mais intensificado para o recém-nascido. O primeiro bebê que nasceu no HRAV foi Letícia Neves da Silva, no dia 16 de setembro de 1996. Ela é filha de Luciane Neves da Silva e veio ao mundo com 4,55kg e 51cm.

Informação da FUSAVI - Fundação de Saúde do Alto Vale do Itajaí
HRAV - Hospital Regional Alto Vale

22 de Fevereiro de 2012 às 10:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Trabalho revela ausência de benefício na administração do suplemento para homens; ação da vitamina B também foi pesquisada, na França

Um tratamento à base de vitaminas B ou de suplementos de ácidos graxos com ômega-3 não reduziu o risco de câncer em mais de 2,5 mil pessoas na França com histórico de doença cardíaca, mostra um estudo publicado nos Archives of Internal Medicine. "Esperávamos descobrir uma ação benéfica dos suplementos contra o risco de câncer", disse Valentina Andreeva, autora do estudo e pesquisadora da Universidade de Paris. "Ao contrário, não constatamos nenhum efeito desses suplementos."
Pesquisas anteriores sugeriam que as vitaminas B poderiam proteger as pessoas do câncer, principalmente o câncer colorretal, embora nem todos os estudos concordassem.
O objetivo original do estudo de Valentina era testar o efeito da ingestão de ácidos graxos com ômega-3, vitaminas B ou ambos contra doenças cardiovasculares em pessoas com um histórico de enfarte ou derrame.
Para compreender melhor se os suplementos poderiam ter efeitos adicionais, o grupo reuniu também informações sobre o número de pacientes submetidos ao teste que desenvolveram câncer. Os pesquisadores dividiram os sujeitos do estudo em quatro grupos: um tomou duas pílulas de vitamina B por dia, outro grupo, duas pílulas de ácidos graxos com ômega-3, um terceiro tomou ambos os suplementos, e um quarto tomou placebos semelhantes aos suplementos. As vitaminas B eram uma mistura de 3 mg de B6, 0,02 mg de B12 e 0,5 mg de ácido fólico.
Aos participantes que deviam tomar os ácidos graxos com ômega-3 foram ministrados 600 mg por dia, enquanto os suplementos continham duas vezes mais ácidos EPA e DHA. Por cerca de cinco anos, Valentina e seus colegas do Instituto Nacional de Pesquisas Médicas da França acompanharam os diagnósticos de câncer entre os sujeitos do teste.
De mais de 2 mil pessoas que concluíram o estudo, 175 desenvolveram câncer e 58 morreram por causa dessa doença. As pessoas de ambos os grupos que tomaram os suplementos de vitamina B apresentaram o mesmo risco de câncer que aquelas que tomaram placebo.
Esses resultados confirmam os de um estudo maior, realizado entre sobreviventes de ataques cardíacos, que também mostrou que as vitaminas B foram ineficientes na redução do risco de câncer. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

19 de Fevereiro de 2012 às 11:30
Por: Aldo Nestor Siebert

por Jeneen Interlandi no SCIENTIFIC AMERICAN
   
Como qualquer fumante pode dizer, parar de fumar é relativamente fácil. O difícil é evitar a recaída – a ânsia de fumar semanas ou mesmo meses após ter supostamente abandonado o hábito. O adesivo, o chiclete e todos os outros truques que fumantes usam para atravessar os primeiros meses, em geral, são inúteis diante dessa compulsão.
É por isso que uma vacina contra a nicotina, que passa por testes clínicos, deixou os funcionários da saúde pública tão animados. Como todas as vacinas a NicVAX, feita pela NABI Biopharmaceuticals, funciona estimulando o sistema imunológico do organismo a produzir anticorpos contra certo alvo: neste caso, a nicotina. Como as respostas imunológicas costumam durar a vida inteira, os fabricantes da vacina argumentam que ela pode servir como um auxílio contra o fumo a longo prazo.
Normalmente, as moléculas de nicotina são tão pequenas que conseguem evitar a detecção pelo sistema imune. São reduzidas o bastante até para passar pela barreira hematoencefálica e se prendem a receptores em células cerebrais, onde deflagram uma cascata química que leva à compulsão. A NicVAX inunda o organismo com moléculas de nicotina que foram ligadas quimicamente a grandes proteínas transportadoras, forçando o sistema imunológico a reconhecer e a organizar anticorpos contra o com­ponente do cigarro. Assim, quando as moléculas comuns de nicotina entram no sistema, esses anticorpos se prendem a elas, tornando-as grandes demais para atravessar a barreira hematoencefálica.
A vacina não funciona para todos. Um experimento anterior mostrou que 16% dos fumantes inveterados vacinados que tiveram altos níveis de anticorpos permaneceram sem fumar um ano após pararem, comparados aos 6% do grupo de placebo. Os que produziram muitos anticorpos, mas não pararam de fumar, cortaram o cigarro pela metade, passando de cerca de 20 unidades por dia para 10.
Na “fase III” das pesquisas, cientistas recrutaram mil fumantes que consomem pelo menos 10 cigarros por dia. Os voluntários receberam 5-6 injeções no período aproximado de um mês e pediu-se que parassem de fumar após 14 semanas, quando cerca de 80% deles apresentaram altos níveis de anticorpos. (Não está claro por que 20% dos voluntários não produziram resposta alta de anticorpos à vacina.) “A ideia é garantir que quando pedirmos que parem de fumar, eles tenham as ferramentas, os anticorpos, para ajudá-los”, considera Raafat E. F. Fahim, CEO da NABI. Ele e sua equipe ainda têm de determinar por quanto tempo os pacientes devem receber as injeções.
Se os resultados da fase III de testes forem tão bons quanto o esperado, a vacina poderá chegar às prateleiras das farmácias em seguida. Enquanto isso, pesquisadores já estão trabalhando em outras vacinas contra compulsões, inclusive uma contra cocaína, que usa a mesma estratégia da NicVAX.

3 de Fevereiro de 2012 às 12:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Olá!

Sempre é hora de combater a dengue. Juntos podemos mobilizar a população sobre a importância de se prevenir contra o mosquito Aedes aegypti, mantendo hábitos simples como limpar calhas, caixas d’água, recolher o lixo e nunca deixar pneus ao ar livre para não juntar água.
Por isso, faça um post nas Redes Sociais, divulgue a hastag #combatadengue e compartilhe essa informação com seus amigos, parentes e vizinhos. A sua contribuição é fundamental para o sucesso desta campanha.
Caso tenha interesse em divulgar algum material da campanha, entre em contato através do e-mail comunicacao@saude.gov.br.
Saiba mais sobre a campanha no site: www.combatadengue.com.br
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Obrigado,
Ministério da Saúde

1 de Fevereiro de 2012 às 11:00
Por: Aldo Nestor Siebert

O prefeito de Rio do Sul, Milton Hobus, anuncia na manhã de quarta-feira (1º de fevereiro), a realização de um mutirão de consultas de cardiologia para zerar a fila de espera no município nesta especialidade. A prefeitura deverá investir mais de R$ 30 mil para cerca de 1,4 mil atendimentos nas próximas semanas, com mobilização inédita de cardiologistas da cidade. O prefeito se reúne com a secretária de Saúde, Sueli de Oliveira no gabinete a partir das 9h, onde dará mais detalhes do mutirão.

Clóvis Eduardo Cuco
Departamento de Comunicação


28 de Janeiro de 2012 às 11:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Michelle Achkar no Terra Saúde

Quem gosta de chá preto tem um motivo a mais para apreciá-lo. De acordo com uma pesquisa da Universidade da Austrália Ocidental e da Unilever, três xícaras por dia da iguaria podem reduzir a pressão arterial. Os dados são do jornal Daily Mail.
Os cientistas forneceram a 95 participantes australianos, entre 35 e 75 anos, três xícaras diárias de chá preto ou de placebo com o mesmo sabor e teor de cafeína. Depois de seis meses, descobriram que, em comparação com os participantes do grupo placebo, os que bebiam chá apresentaram menor pressão arterial sistólica e diastólica entre 2 e 3 mmHg (milímetros de mercúrio). Os autores acreditam que essa diminuição levaria a uma queda de 10% no número de pessoas com hipertensão e doenças cardíacas.
A dietista Tracy Parker, da British Heart Foundation, disse ao jornal que é importante ressaltar que o líquido não vai cancelar a dieta e o estilo de vida desequilibrados. "Há evidências de que as propriedades antioxidantes do chá podem trazer benefícios à saúde do coração, mas são necessárias mais pesquisas para entender melhor como pode reduzir a pressão arterial. Nesse meio tempo, a redução de sal e álcool, comer mais frutas e legumes, e se manter fisicamente ativo são as formas bem estabelecidas de reduzir a pressão."

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