Minhoca na Cabeça

Thomas Fuller - Historiador, clérigo e escritor inglês disse: Dívida é a pior pobreza.

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22 de Fevereiro de 2012 às 09:30
Por: Aldo Nestor Siebert

21 de Fevereiro de 2012 às 09:30
Por: Aldo Nestor Siebert

18 de Fevereiro de 2012 às 09:30
Por: Aldo Nestor Siebert

17 de Fevereiro de 2012 às 12:30
Por: Aldo Nestor Siebert

Edotorial de jornal A Cidade de hoje

"O telefone não é tão caro, mas a conta..

A aquisição de um smartphone de R$ 2.049,00 pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), à pedido do gabinete do deputado estadual Jailson Lima da Silva (PT), ex-prefeito e representante do Alto Vale do Itajaí no Legislativo estadual, repercutiu mal nas redes sociais esta semana, causando indignação de muitos internautas.
Apesar de ser uma aquisição legal, considerando que seu outro aparelho foi roubado, o que alega o próprio deputado, é impossível deixar de questionar a moralidade na aquisição desse equipamento, considerando que no setor privado, salvo raras exceções, os trabalhadores não ganham um “presentinho” como este de suas empresas.
Mas como seria bom, se nós, cidadãos comuns, que trabalhamos 6h, 8h, 12h ou até 15h por dia, tivéssemos além de presentes como este nossas faturas de telefone, combustível, passagens de avião e uma gorda “verba indenizatória do exercício laboral” pagas pelos nossos patrões, podendo gastar nosso suado salário de R$ 20 mil onde quiséssemos. Quem dera nós, simples eleitores que aceitamos consultas médicas, sacolões e óculos em troca dos nossos votos, pudéssemos escolher quanto queremos ganhar no final do mês.
Em entrevista ao jornal A Cidade o deputado afirmou que vai comprar quantos iPhones achar necessário e na hora que precisar. O mesmo ele deve pensar sobre o uso do telefone em serviço, considerando que suas contas podem ser comparadas facilmente ao que se gasta mensalmente em uma microempresa.
De acordo com o portal transparência da Alesc, entre abril de 2011 e fevereiro de 2012, o deputado Jailson Lima da Silva (PT) declarou um gasto de R$ 31.568,30 em telefonia, o que daria para comprar pelo menos 15 smartphones do mesmo modelo. É curioso observar que seus gastos com telefone aumentaram em julho do ano passado, período de recesso no Legislativo, quando a continha paga pelo nosso dinheiro foi de R$ 4.469,30.
Dentro do mesmo período, o deputado gastou R$ 40.090,32 em passagens aéreas, o que daria de fazer pelo menos 668 vezes a viagem de ida e volta à Blumenau, de ônibus, é claro. Um estudante, que mora em Rio do Sul, paga meia passagem e precisa se deslocar diariamente ao outro município tira esta quantia do seu bolso, para conseguir pagar o transporte durante os quatro ou cinco anos de faculdade, considerando, que ele não ganha R$ 20 mil por mês.
Sempre destacamos no jornal A Cidade o combate de Jailson Lima da Silva (PT) a corrupção e as ilegalidades cometidas dentro da administração pública. Ele poderá alegar que seus gastos são baixos, e são mesmo, em relação à outros parlamentares. Mas dessa vez deputado, não perdoamos. O dinheiro desse iPhone poderia ter saído do seu bolso, com certeza, não lhe faria falta."

17 de Fevereiro de 2012 às 09:30
Por: Aldo Nestor Siebert

17 de Fevereiro de 2012 às 09:00
Por: Aldo Nestor Siebert

16 de Fevereiro de 2012 às 09:30
Por: Aldo Nestor Siebert

15 de Fevereiro de 2012 às 09:30
Por: Aldo Nestor Siebert

14 de Fevereiro de 2012 às 09:30
Por: Aldo Nestor Siebert

13 de Fevereiro de 2012 às 11:00
Por: Aldo Nestor Siebert

Editorial do jornal A Cidade desta semana

"A centralização do poder

Apesar da expectativa sobre a oficialização da candidatura de Osni Sens pelo PSD à prefeitura de Rio do Sul, nada de novo foi apresentado após a reunião realizada pelo partido na última quarta-feira (8).
O empresário desponta como favorito de Milton Hobus desde que o atual prefeito começou a estudar possíveis sucessores para o projeto político do partido em Rio do Sul. Porém, a indecisão de Sens em assumir esse compromisso empaca parte deste processo e mesmo sem definição do nome do candidato, o PSD deverá iniciar as articulações políticas em busca de coligações para as eleições de outubro, entre elas o tão esperado reenlace com o PMDB, único partido que, por enquanto, mantém firme seu candidato, fortalecendo seu projeto com a adesão de peemedebistas insurgentes, que viviam sob as asas de Hobus.
Mas, as eleições de 2012 assumem um caráter diferente do que vem ocorrendo nos últimos 16 anos em Rio do Sul. Pela primeira vez o município vive uma eleição com caras novas sem nenhum líder político em destaque. Resultado da centralização do poder, nos últimos sete anos em Milton Hobus, e nos anos anteriores na oposição, em um dos principais líderes petistas do Estado, Jailson Lima da Silva.
Exceto o PMDB, que pode contar com a experiência política de Gariba, que acumula duas gestões como vice-prefeito, sempre subordinado aos interesses do seu partido dentro dos projetos políticos anteriores, tanto Hobus, como Jailson encontraram, e ainda encontram dificuldades de encontrar candidatos que sejam verdadeiros líderes dentro de seus partidos.
Nas eleições de 2012, mais importante que os nomes, serão as alianças políticas traçadas com objetivo de se chegar a prefeitura de Rio do Sul no ano que vem. Outro fator importante será o poderio econômico de Hobus e seu grupo de empresários, que não medirão esforços para obter êxito, o que poderá levar Osni Sens, Almir Petrys ou Nelson Regueira à chefia do Executivo.
Resta ao PMDB, PT e PP, além de outros partidos de menor representatividade, formalizarem seus flertes - que estão ocorrendo - e partirem para uma disputa entre duas chapas, uma sobre a chancela de Milton Hobus, e outra, sobre os que querem retomar o poder.
A possibilidade de se formalizar uma candidatura, sendo Edson Fronza ou Jean de Liz, outra com o pré-candidato pelo PP, Diógenes Della Giustina, e a configuração atual do PMDB, entregará, de mão beijada, a prefeitura de Rio do Sul ao sucessor de Hobus em 2012."

11 de Fevereiro de 2012 às 09:30
Por: Aldo Nestor Siebert

10 de Fevereiro de 2012 às 09:30
Por: Aldo Nestor Siebert

10 de Fevereiro de 2012 às 09:00
Por: Aldo Nestor Siebert

9 de Fevereiro de 2012 às 09:30
Por: Aldo Nestor Siebert

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