Frank Mckinney Hubbard - Filósofo e jornalista americano disse: Porque a pessoa que diz, “Eu não sou um orador”, em vez de assumir isso resolve dar uma demonstração?
12 de Abril de 2012 às 23:50
Por: Celio Beber
Falou e Disse
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3 de Março de 2012 às 20:31
Por: Celio Beber
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17 de Outubro de 2011 às 10:15
Por: Celio Beber
24 de Setembro de 2011 às 18:29
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Tirando o Chapéu
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18 de Agosto de 2011 às 21:48
Por: Celio Beber
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3 de Maio de 2011 às 21:32
Por: Celio Beber
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8 de Janeiro de 2011 às 00:45
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30 de Dezembro de 2010 às 21:43
Por: Celio Beber
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6 de Novembro de 2010 às 18:44
Por: Celio Beber
Chutando o Balde
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20 de Outubro de 2010 às 11:00
Por: Celio Beber
Retrovisor
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Sim, são músicas ditas sertanejas, ou pelo menos uma vertente do gênero. Letras que invariavelmente falam de amor correspondido, não correspondido, mal correspondido ou muito correspondido quando envolvem três ou mais pessoas. A amiga Jussara postou esta semana aqui no blog que algum desinfeliz entoou uma pérola
dessas numa festa de crianças. Sem dúvida uma escolha inapropriada para o evento. Mas, como arrisco tocar algumas dessas musicas no violão, e sem querer ser devogado do capeta, muito menos me identificar em alguma parte dos fatídicos narrados – apenas rir entre amigos do que é absolutamente e uivamente ridículo - resumo aqui a “poesia” que cada hit zoneiro desses, também batizados de modões, tentam, do fundo de seus estômagos, expressar:
BOATE AZUL = Conta história de um cara que procura remédio para sua dor de amor. Na vida noturna “contrata” uma flor, mas bebe tanto que quando acorda nem sabe onde está. (Dizem que
dessa situação surgiu a duvida se c* de bêbado tem ou não tem dono).
FIO DE CABELO = Aqui ela também chutou ele. Mas, detalhes como resto de perfume e um maldito fio de cabelo dela que se perderam na mudança, o fazem relembrar do tempo que suavam juntos. Ele torce para que volte ao menos, as lêndeas.
13 de Outubro de 2010 às 11:00
Por: Celio Beber
Retrovisor
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8 de Outubro de 2010 às 13:22
Por: Celio Beber
Chutando o Balde
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6 de Outubro de 2010 às 11:00
Por: Celio Beber
Retrovisor
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Encarado como ritual de boas vindas ou sadismo puro, esses e tantos outros "aprontes" faziam parte das missões aos novatos no ambiente de trabalho.
flamenguista de tanto que as tintas rubro-negras entranharam nas minhas unhas. Nem desconfiei que era sacanagem, tanto que segundo os veteranos, não estava bom o serviço, e ordenaram que eu repetisse o processo, colocando as fitas para secar esticadas, na varanda do prédio as recolhendo à noite para não pegar sereno e perder pigmentação.
E, foi o que pedi para a atendente, que também muito esforçada procurou decifrar meu pedido. Logo o dono da loja me perguntou se eu trabalhava na rádio e soltou uma gaitada. Não precisava falar mais nada.
Me incumbiram de buscar "pó elétrico" pra colocar no transmissor da rádio. Dessa desconfiei, mas meu chefe foi incisivo:
2 de Outubro de 2010 às 14:35
Por: Celio Beber
Falou e Disse
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29 de Setembro de 2010 às 11:00
Por: Celio Beber
Retrovisor
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Ah...tá
certo, como você já se achava nesses idos um "prafrentéx" e só ouviu
falar nessas coisas, confessa ao menos que tomou muito café em coador de
pano. E, o leite que a sua mãe comprava vinha em garrafa de vidro
tapada à rolha.
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