Frank Mckinney Hubbard - Filósofo e jornalista americano disse: Porque a pessoa que diz, “Eu não sou um orador”, em vez de assumir isso resolve dar uma demonstração?
21 de Fevereiro de 2012 às 15:00
Por: Aldo Nestor Siebert
História
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HELIENE MARIA PROBST MAFRA
Essa pequena carroça fechada seria para transportar alguma coisa?
Lembro que nos anos 60 em Balneário Camboriú circulava uma vendendo sonhos e pão caseiro. Ela vinha sempre depois do almoço e tinha uma sineta no cavalo ,tilintando,avisando que estava passando.
Mas este homem está muito elegante , sentado em uma almofada e o cavalo tem adereço e sinetas .
Parece que tem até cinto de segurança.....
Jussara Ivelise Custodio Cavalo com franja, enfeitado. Condutor enfeitado ou pelo menos de "fatiota" (os antigos sabem o que é). Mas "me abro" (giria gaucha para dizer que aplaudo e reconheço) é o calçamento, que aparece também em outras fotos.
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Rodolfo (Dolfi) Marzall Filho
Charrete do padeiro no final da década de 50.
Foto tirada em frente do Foto Marzall, que naquele tempo era na Al. Aristiliano Ramos esquina com 7 de setembro.
O "boleeiro", entregador de pão, está na "fatiota" em respeito a seus clientes. Naquele tempo ainda existia a palavra "respeito".
Horst Otto Mödinger Outro aspecto era a pontualidade na entrega. Agora, voces não imaginam como era passar perto desses carrinhos e sentir aquele cheirinho de pão ainda quente.
Denunciar abusojurene Ana Notari Pois é Heliene, sabes quem era o padeiro,? Sr. Halvin Bauer, na qual tem em sua homenagem, a avenida do mesmo nome,que antes era a rua 400.Nós temos uma foto da mãe, tirando os sonhos e maçinhas e colocando-as na cistinha, era tradicional aqui no Balneário.
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HELIENE MARIA PROBST MAFRA
Olá,Jurene
Tudo bem?
Legal! Valeu!! Desconhecia essa passagem.
O padeiro,naquela época, era coisa rara em BC e como se esperava a sua vinda,todos os dias, para devorar os sonhos e pães,pois dava muita fome na praia após o banho de mar.
Antonio Claudio Naschenweng E aqui em Camboriú também tinha a carrocinha da padaria Vitória que era de um vermelho escuro.e o condutor anunciava em bom tom: Pão Sonho e Cuquinica... e também já comentei em outra ocasião o Alemão que passava todos os dias vendendo Sonhos e Folhadas em uma bandeja grande que trazia pendurada pelo pescoço, também anunciando em bom tom de voz... SÔNIOS.
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Isaque de Borba Corrêa
Pensei que ninguém mais se lembrasse do homem dos "sônios'. O Antônio Naschweng - O Sapo- hahaha lembrou. Cara isso é o maior barato.
O velho andava com as mãos para trás, balançando e anunciava :" Sônios, sônios, olha os sônios!!!" Valeu
Aldo Nestor Siebert
Essa bela foto suscitou belos comentários e uma paticipação que me deixou curioso. Mas vamos por partes. Dolfi e demais paritipantes. Esse entregador de pães, que pode ser o própro padeiro, não poderia ser o Seu Joca. Joca Teles, pai do jornalista J. Teles?
Quanto ao entregador de "sonios" de Bal. Camboriú, lembrei ainda neste início de ano. Minha esposa certo final e tarde, chegou em casa om um balíssimo e cheiroso sonho. Daqueles recheados, mas inteiros, com o recheio la dentro, não como os de hoje que são cortados para colocar o recheio. Quando vi lebrei na hora e exclamei "sonios"... Recordamos do alemão com alquele tabuleiro pendurado por uma espécie de tira de couro no pescoço. O curioso é que ela havia comprado de um senhor, que estava vendendo na rua, também numa tabuleiro. Ele tinha um ponto fixo alí nas poximidades do cruzameato de 1850 com a Brasil. No dia seguinte, posou novamnte pelo local e lá estava o senhor com seus sonhos.
Agora me aparce o Isque, lembrando do balanço que ele fazia com o braço. Certamente pelo peso do tabuleiro, ele andava arcado para traz, com o brço solto, pois deveria ajudar no equilíbrio. Muito bem lembrado.
Mas o que me deixou curioso foi a presença do Isaque. Conheci dois Isaque, na nossa antiga Rio do Sul. Um filho do saudoso Reinaldo Golvea, o outro funcionário do Banco do Brasil, se não estou enganado, casado com a Dione Piazera. Deste ainda tive notícias em janeiro, ao visitar o amigo "Fito" Rolf Baumgarten lá no Balneário. Mas não lembro do sobrenome.
De qualquer forma, seja bem vindo ao blog Isaque.
Rodolfo (Dolfi) Marzall Filho ALDO, o do Banco do Brasil era Zacchi, sobrenome.
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Mauricio Chedid dos santos
Aldo, o O Isaque que entrou no blog, é natural de Balneário Camboriú, é historiador, membro da Academia Desterrense de Letras de de Balneário Camboriú, além disso é Folclorista também .
Encontrei-o ontem a tarde na prefeitura daqui e comentei com ele sobre teu blog e incentivando o mesmo a fazer um blog sobre a história de Balneário, nos moldes do teu, pois o Isaque é a maior autoridade sobre a história de Balneário Cmboriú.
Esse foi o motivo dele ter entrado no blog ontem.
Quanto ao Sr. dos ¨Sonios¨ com certeza é a pessoa mais lembrada dessa cidade.
Um abraço.
Mauricio Chedid dos santos
Em Tempo:
Houve um erro de grafia. Ele é membro da Academia Desterrense de Letras (Florianópolis), e da Academia de Letras de Balneário Camboriú-SC
João Mario Philippi ALdo.Luiz Zacchi era funcionário do B.Brasil.Realmente casado com a Dione Piazeira.Mora atualmente na Palhoça.Excelente pessoa.
Denunciar abusoLuiz Carloz Zico Ledra "s o n i o s"... Quem sabe não estejamos falando do mesmo vendedor. Mas..., na minha rua a 1131 esquina c/ av. Brasil, no final da década de 60 inicio de 70 havia um senhor com estas características. Detalhe; era bem alto, esguio. Caminhava rápido e meio esquisito. Tinha a impressão que as pernas dele iam sempre à frente do corpo. Bem como o som mágico ....sonios. Seria o mesmo? Considerando minha localização?? Ou seria um sonho?
Denunciar abusoMauricio Chedid dos santos Zico Ledra, é o mesmo cidadão, andava por quase toda a praia.
Denunciar abusoAntonio Claudio Naschenweng Ô Isaque, que liberdade é esta tua de me chamar de O Sapo... Tu fique sabendo que eu gostaria de mais respeito comigo afinal de contas passei 5 anos na escola de engenharia.. sou formado... sou engenheiro civil... portanto "Seu Isaque" ... é Dr. Sapo.
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Isaque de Borba Corrêa
Mas como rendeu esses "sônios" hein?!
Obrigado ao Maurício Chedid dos Santos - Kuka. Esse negócio de maior autoridade é bondade sua. Autoridade é o dr Sapo - espia o esporro aí! Me faz lembrar o velho Nico Naschweng - Construtora Atlântica - um dos pioneiros na Construção Civil de BC.
Desculpa a intimidade aí doutor.
Só lembrando que os riosulenses, são tantos, certamente formam a segunda maior comunidade do vale a formar a cidade de Balneário Camboriú. Acho que só perdem pros 'alemão' de Blumenau.
Mas deve ter muito foto antiga nos baús de Riod do Sul, tirada da nossa praia por riosulenses. Só os ricos de fora é que tinham kodaca pra tirar retrato. Os papa siris daqui evidentemente não tinham. Quem tiver e quiser colaborar aí com o nosso arquivo de fotos antigas, vai ai o endereço eletrônico:
isaqueborba@gmail.com
obrigado
Jussara Ivelise Custodio Os irmãos de minha avó, Arão Rebelo e João Alfredo Rebelo tinham casas em Camboriu, não era balneário emancipado ainda. E as casas eram na beira da praia, os prédios eram poucos, lembro apenas do Marambaia.
Denunciar abusoRodolfo (Dolfi) Marzall Filho Isaque! Tenho 2 fotos em meu arquivo de "Camboriú". Deve ter sido em 1954 ou 55. Estou lhe mandando no endereço indicado
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Aldo Nestor Siebert
Taí Isaque.Começou a render. E para mostrar que eu também conheço alguma coisa da antiga "Praia", complemento a informação da Jussara.
O Dr. Arão Rebelo, morava em uma bela casa de madeira (se a memória não me trai) branca, frente de praia, esquina com rua (deixa eu pesquisar no Google Earth) 3.400, ou por aí.
Costumava andar de bermuda e camisa branca, sempre com um chapéu de palha na cabeça.
Para o Isaque, que conhece bem o passado da Camboriú se situar. Ficava um pouco a lém do antigo Bar Tartaruga? Lembra? Alí perto tinha ainda o bailão do Zé da Bilca e ao lado a Casa dos Padres?
Seguinto em direção a Barra Sul (que na nessa época era o "Canto da Praia" ou "Pontal") Tinha uma escada de concreto, que até hoje não sei para que foi construída, uma espécie de arquibancada, construída em plena praia.
Ah, mais um detalhe: O Dr. Arão morava numa esquina e na outro lado morava um casal de alemães (ou de origem) que por muitos anos foi o lar do anão "Meneca". Tá lembrado Isaque?
Eu frequento Camboriú há pelo menos 58 anos. Tivemos 2 casas. Uma delas era bem em frente da antiga "Salga do Maneca" ou "Salga do Manoel Venâncio". Era no final da Brasil. Lembra que a certa altura ela terminava e vc tinha que seguir em direção a Bar Sul pela Atlântica? Nossa casa era no final da Brasil. A "Salga do Manoel Venâncio" (que me consta ainda estar vivo) era a última construção do lado direito da Brasil. Hoje mais ou menos onde começa a beira rio. Pelo que você pode perceber, eu morava, ou veraneava, muito próximo daquela gente humilde, formada por famílias e mais famílias de pescadores da Vila Real.
Abraço e bom final de semana e prazer em tê-lo aqui no blog. Ah, cuidado, mais respeito com o Dr. Sapo. É patromônio do Minhoca.
Aldo Nestor Siebert Dolfi vc não respondeu a minha pergunta: Esse padeiro não poderia ser o Joca Teles?
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Isaque de Borba Corrêa
ATENÇÃO Rodolfo (Dolfi) Marzall Filho -
Ainda não recebi nada no meu email: isaqueborba@gmail.com.
Não posso te perder de vista, pelo amor de Deus. Preciso que me mande essas fotos.
SE VC NÃO ME RESPONDER VOU COLOCAR ANÚNCIO AI NO MINHOCA - PARA ALGUÉM TE AVISAR. DE QUALQUER FORMA MUITO OBRIGADO.
Isaque de Borba Corrêa
ALDO
VALEU SUAS INFORMAÇÕES. VC TEM MAIS TEMPO DE PRAIA (58) QUE EU DE VIDA (51)
SÓ TEM UMA COISA, QUE TEM A VER COM A MINHA IDENTIDADE CULTURAL. O CANTO DA PRAIA É NO NORTE. A PONTA - DEPOIS PONTAL SUL E BARRA SUL. EM VIRTUDE DISSO CRIARAM A BARRA NORTE. (BARRA É DE RIO) E AGORA PONTAL NORTE.
CARA - O CANTO DA PRAIA, LAMENTAVELMENTE NÃO EXISTE MAIS. NEM VILA DOS PIONEIROS. ONDE MORO AGORA, PELO CEP DO CORREIOS É PRAIA DOS AMORES.
QUE NABA, CARA. QUERIA O MEU CANTO DA PRAIA DE NOVO- ZONA RURAL DE CAMBORIÚ, (ASSIM DIZ A ESCRITURA DA CASA DO MEU PAI) ONDE NASCI EM 1960. ABÇS
MUITO OBRIGADO PELA RECEPÇÃO CALOROSA AI NO MINHOCA.
Aldo Nestor Siebert
Isaque, já que tamo, vamo... Eu escrevi errado o nome do dono do Bailão. Era Zé da Bilica. Vc deve lembrar ainda das últimas canoas de rede de arrasto que tínhamos em Bal. Camboriú. Não tenho certeza, mas o filho do Zé da Bilica deve ter sido o último dono de uma desas Canoas. No início de 2011 ainda o vi andando pela praia.
Quanto a confusão que fiz sobre Canto da Praia com Pontal, vc está coreto.
Só não entendi uma coisa: Eu falo em Vila Real (que é hoje a via gastronômica). Você mora nessas mediações? Eu acabei ficando em dúvida quanto a questão do CEP - Praia dos Amores.
Outra curiosidade: na minha infância, uma das coisas mais curiosas que havia na Praia era quando passava um monomotor (tece-teco) fazendo vôo razante e pousava lá no final da praia, pouco além do Hotel Ficher. Era o Jango, chegando ou indo embora. Lembro da imagem dele, pois acompanhando meu pai, íamos andando até onde ele tinha a casa e as vezes a gente encontrava ele na praia, com o filho João Vicente, que era um menino, exatamente como está naquela estátua que lá colocaram, num dos bancos do passeio. E a Dna. Maria Tereza, muito bonita. Bons tempos....
Aldo Nestor Siebert Pergunta para os demais, principalmente aos mais velhos: Dolfi e ACN ... Lá nos fundos era o Bar Ford? Confere?
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Isaque de Borba Corrêa
VAMOS ÀS RESPOSTAS:
Isaque, já que tamo, vamo... Eu escrevi errado o nome do dono do Bailão. Era Zé da Bilica. SIM O ZÉ DA BILICA- +OU- RUA 3.100. Vc deve lembrar ainda das últimas canoas de rede de arrasto que tínhamos em Bal. Camboriú. MEU AVÔ O MANÉ GERMANO CORRÊA FOI O PRIMEIRO A SE ESTABELECER COM RANCHO CANOAS E REDES EM BC POR VOLTA DE 1900/O1 =+- SOMOS HERDEIROS DE BALTHAZAR PINTO CORRÊA, FUNDADOR, CONFORME CARTA DE SESMARIA E AUTORIZAÇÃO DE D. PEDRO I. ( "autorizo o supradito Balthazar Pinto Corrêa, a fundar alguma vila ou distrito, podendo cobrar os dízimos dos assentados - essa cláusula é de doer - Será quem a revogou? Ou quando foi que o trouxa deixou de cobrar dos assentados? Se tivesse mantido, hj cobraria dos assentados e dos "em pé , eheheh) FOI O PRIMEIRO DESPACHO DE SESMARIA DE D PEDRO. A ANTERIOR FOI DESPACHADA POR D. JOÃO. DOCUMENTO ESSE PENDURADO NA PAREDE DA SALA. MEU PAI O GERMANO CORRÊA, FOI QUEM DEU AQUELE LANCE DE TAINHA DE 20 MIL EM 1974 EM FRENTE AO MARAMBAIA.
Não tenho certeza, mas o filho do Zé da Bilica deve ter sido o último dono de uma desas Canoas. ( O FERNANDO - ACHO QUE AINDA MANTÉM. NO CANTO PERMANECEM OS NEGROS - SEU OLINDINO E FAMÍLIA, MANTÉM O PONTO) No início de 2011 ainda o vi andando pela praia.
Quanto a confusão que fiz sobre Canto da Praia com Pontal, vc está coreto.
Só não entendi uma coisa: Eu falo em Vila Real (que é hoje a via gastronômica). Você mora nessas mediações? NÃO- EU MORO NO COSTÃO DO PONTAL NORTE- HJ ESTRADA DA RAINHA (NADA A VER) PERTO DO MARAMBAIA, EXTAMENTOONDE O BALTAZHAR VEIO MORAR EM 28 DE SETEMBRO DE 1812 - EXATAMENTE 200 ANOS - AGORA EM SETEMBRO) Eu acabei ficando em dúvida quanto a questão do CEP - Praia dos Amores.
Outra curiosidade: na minha infância, uma das coisas mais curiosas que havia na Praia era quando passava um monomotor (tece-teco) fazendo vôo razante e pousava lá no final da praia, pouco além do Hotel Ficher. Era o Jango, chegando ou indo embora. Lembro da imagem dele, pois acompanhando meu pai, íamos andando até onde ele tinha a casa e as vezes a gente encontrava ele na praia, com o filho João Vicente, que era um menino, exatamente como está naquela estátua que lá colocaram, num dos bancos do passeio. E a Dna. Maria Tereza, muito bonita. (BONITA É MODÉSTIA - ERA GOSTOSONA MESMO. A NEGADA IA ESPIAR ELA TOMAR BANHA PELADINHA- NEGUINHO VINHA DE CARRO DE LÁ DE CAMBORIÚ ESPIAR A ELE TOMAR BANHO. EHEHEH Bons tempos.... ABÇS APARECE AQUI NO CANTO. - MELHORES INFORMAÇÕES - ISAQUEBORBA@GMAIL.COM
jurene Ana Notari ACN, tu não lembra do nosso padeiro de carroçinha azul, e um cavalo?que em homenagem á ele puseram a avenida que vem da Atlântica até AV.do Estado, e atravessando-a vai até a BR. Avenida Alvin Bauer.A Panificadora da qual ele vendia as delícias era na AV.Central, numa casa de madeira, só não sei se era dele e fmilia, ou era revendedor, ele foi uma figura importante tbem em termos de batalha política.
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Rodolfo (Dolfi) Marzall Filho
Sim no fundo era o Bar Ford.
Não é o sr. João Ubaldo Telles. A carrocinha até pode ser dele, não duvido.
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