Pois é...
Os argentinos riram de nós porque "tomamos uma laranjada" na sexta.
E eles, SALSICHÃO NO SÁBADO, E DE QUATRO!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
os deuses do futebol jamais permitiriam Maradona peladão, mas não teria ele prometido por causa dos quatro "salsichons"?
Depois de desafiar um dragão, resgatar a princesa e salvar o reino de seus sogros, o que mais um ogro pode fazer? Shrek agora é um pai de família domesticado. Ao invés de assustar aldeões como ele fazia, Shrek agora relutantemente dá autógrafos em forcados. O que houve com seu rugido? Saudoso dos dias em que ele se sentia um ogro de verdade, Shrek é levado a assinar um pacto com o eloquente e sorrateiro duende Rumplestiltskin e subitamente se vê em uma versão alternativa e deturpada do reino de Muito Muito Distante, onde ogros são caçados, Rumplestiltskin é rei e ele e Fiona nunca se encontraram. Agora Shrek precisa desfazer tudo o que fez se quiser salvar seus amigos, restaurar seu mundo e retomar seu amor.
Elenco Vozes de: Mike Myers, Cameron Diaz, Eddie Murphy, Antonio Banderas, Julie Andrews, Justin Timberlake, Jon Hamm, Maya Rudolph, Amy Sedaris Roteiro Josh Klausner, Darren Lemke Produção Executiva Andrew Adamson, Aron Warner Produção Teresa Cheng, Gina Shay Direção Mike Mitchell
Em editorial assinado por Mino Carta, a revista Carta Capital desta semana declarou seu apoio à candidatura presidencial de Dilma Rousseff. A publicação se destaca, assim, de outros veículos brasileiros, que preferem passar para os leitores uma aparente posição de neutralidade, que não se confirma nos textos, e terminam por confundir o público.
Por que apoiamos Dilma?
Por Mino Carta, em Carta Capital
Resposta simples: porque escolhemos a candidatura melhor. Guerrilheira, há quem diga, para definir Dilma Rousseff. Negativamente, está claro. A verdade factual é outra, talvez a jovem Dilma tenha pensado em pegar em armas, mas nunca chegou a tanto. A questão também é outra: CartaCapital respeita, louva e admira quem se opôs à ditadura e, portanto, enfrentou riscos vertiginosos, desde a censura e a prisão sem mandado, quando não o sequestro por janízaros à paisana, até a tortura e a morte.
O cidadão e a cidadã que se precipitam naquela definição da candidata de Lula ou não perdem a oportunidade de exibir sua ignorância da história do País, ou têm saudades da ditadura. Quem sabe estivessem na Marcha da Família, com Deus e pela Liberdade há 46 anos, ou apreciem organizar manifestação similar nos dias de hoje.
De todo modo, não é apenas por causa deste destemido passado de Dilma Rousseff que CartaCapital declara aqui e agora apoio à sua candidatura. Vale acentuar que neste mesmo espaço previmos a escolha do presidente da República ainda antes da sua reeleição, quando José Dirceu saiu da chefia da Casa Civil e a então ministra de Minas e Energia o substituiu.
E aqui, em ocasiões diversas, esclareceu-se o porquê da previsão: a competência, a seriedade, a personalidade e a lealdade a Lula daquela que viria a ser candidata. Essas inegáveis qualidades foram ainda mais evidentes na Casa Civil, onde os alcances do titular naturalmente se expandem.
E pesam sobre a decisão de CartaCapital. Em Dilma Rousseff enxergamos sem a necessidade de binóculo a continuidade de um governo vitorioso e do governante mais popular da história do Brasil. Com largos méritos, que em parte transcendem a nítida e decisiva identificação entre o presidente e seu povo. Ninguém como Lula soube valer-se das potencialidades gigantescas do País e vulgarizá-las com a retórica mais adequada, sem esquecer um suave toque de senso de humor sempre que as circunstâncias o permitissem.
Sem ter ofendido e perseguido os privilegiados, a despeito dos vaticínios de alguns entre eles, e da mídia praticamente em peso, quanto às consequências de um governo que profetizaram milenarista, Lula deixa a Presidência com o País a atingir índices de crescimento quase chineses e a diminuição do abismo que separa minoria de maioria. Dono de uma política exterior de todo independente e de um prestígio internacional sem precedentes. Neste final de mandato, vinga o talento de um estrategista político finíssimo. E a eleição caminha para o plebiscito que a oposição se achava em condições de evitar.
Escolha certa, precisa, calculada, a de Lula ao ungir Dilma e ao propor o confronto com o governo tucano que o precedeu e do qual José Serra se torna, queira ou não, o herdeiro. Carregar o PSDB é arrastar uma bola de ferro amarrada ao tornozelo, coisa de presidiário. Aí estão os tucanos, novos intérpretes do pensamento udenista.
Seria ofender a inteligência e as evidências sustentar que o ex-governador paulista partilha daquelas ideias. Não se livra, porém, da condição de tucano e como tal teria de atuar. Enredado na trama espessa da herança, e da imposição do plebiscito, vive um momento de confusão, instável entre formas díspares e até conflitantes ao conduzir a campanha, de sorte a cometer erros grosseiros e a comprometer sua fama de preparado, como insiste em afirmar seu candidato a vice, Índio da Costa. E não é que sonhavam com Aécio...
Reconhecemos em Dilma Rousseff a candidatura mais qualificada e entendemos como injunção deste momento, em que oficialmente o confronto se abre, a clara definição da nossa preferência. Nada inventamos: é da praxe da mídia mais desenvolvida do mundo tomar partido na ocasião certa, sem implicar postura ideológica ou partidária. Nunca deixamos, dentro da nossa visão, de apontar as falhas do governo Lula. Na política ambiental. Na política econômica, no que diz respeito, entre outros aspectos, aos juros manobrados pelo Banco Central. Na política social, que poderia ter sido bem mais ousada.
E fomos muito críticos quando se fez passivamente a vontade do ministro Nelson Jobim e do então presidente do STF Gilmar Mendes, ao exonerar o diretor da Abin, Paulo Lacerda, demitido por ter ousado apoiar a Operação Satiagraha, ao que tudo indica já enterrada, a esta altura, a favor do banqueiro Daniel Dantas. E quando o mesmo Jobim se arvorou a portavoz dos derradeiros saudosistas da ditadura e ganhou o beneplácito para confirmar a validade de uma Lei da Anistia que desrespeita os Direitos Humanos. E quando o então ministro da Justiça Tarso Genro aceitou a peroração de um grupelho de fanáticos do Apocalipse carentes de conhecimento histórico e deu início a um affair internacional desnecessário e amalucado, como o caso Battisti.
Hoje apoiamos a candidatura de Dilma Rousseff com a mesma disposição com que o fizemos em 2002 e em 2006 a favor de Lula. Apesar das críticas ao governo que não hesitamos em formular desde então, não nos arrependemos por essas escolhas. Temos certeza de que não nos arrependeremos agora.
Sextas e sábados 02 e 03/07, 09 e 10/07 e 23 e 24/07:
Projeto Motivo
Aceite um “convite a composição” e participe do caderno de canções. Os participantes do projeto são submetidos a uma carga dosada de informações, com o objetivo de clarear o caminho e melhor dispor as barreiras a serem superadas no campo da pesquisa estética e da trajetória profissional. Local: SESC – Sala de Idiomas Faixa etária: livre Público: Compositores de canção popular. Músicos (instrumentistas e cantores) e poetas dedicados a composição popular. Entrada franca Inscrições na Central de atendimentos, necessário fazer a carteirinha de cliente SESC HORÁRIO: sexta da 19 às 22h, sábado das 09 às 12h, e , das 13h30min às 17h30min (CONTINUA)
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Por Rubens Valente, na Folha:
O governo federal turbinou seus gastos publicitários nos meses anteriores à disputa presidencial de 2010. A média mensal dos valores pagos entre janeiro e junho de 2010 dobrou, em comparação com a média do mesmo período de 2009, 2008 e 2007. A curva suscita dúvida sobre desobediência à Lei Eleitoral. O texto legal exige que a despesa com propaganda oficial no período da pré-campanha, no ano eleitoral, não ultrapasse a média dos três anos anteriores.
A redação da lei é dúbia, o que permite ao governo dizer que a média citada é a anual, não a semestral. Assim, o governo diz que cumprirá a média anual, ao final de 2010. O incremento do gasto publicitário no primeiro semestre é uma manobra do governo para fazer frente às restrições do ano eleitoral. A partir de hoje e até o final das eleições está vetada, salvo exceções, a publicidade da administração direta (ministérios e Presidência).
Com os possíveis candidatos impedidos de fazer campanha antes de julho, a máquina da propaganda federal invadiu os veículos de comunicação na pré-campanha. Entre janeiro e 23 de junho último, o governo, sem contar as estatais, desembolsou R$ 146 milhões, uma média mensal de R$ 24,3 milhões. Nos primeiros semestres dos três anteriores, a média foi de R$ 12,31 milhões, em valores corrigidos pelo IPCA.
A parte das peças publicitárias sob responsabilidade direta da Presidência custou R$ 61,6 milhões nos seis primeiros meses, média de R$ 10,2 milhões mensais -nos três anos anteriores ela foi de R$ 4,57 milhões. No primeiro semestre de 2006, ano em que o presidente Lula foi reeleito, a administração direta gastou R$ 121 milhões, já corrigidos, valor 17% inferior ao de 2010.
Por Reinaldo Azevedo - http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/governo-duplica-gasto-com-publicidade/
Este material postado sobre João Saldanha faz parte da história esportiva e política, isso mesmo, politica , do Brasil.
Interessantissimos para quem quer saber um pouco mais sobre elas.
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