Lendo agora o Diario Catarinense de Domingo, consta os participantes de Rio do Sul, nos primeiros jogos abertos de Brusque e que são os seguintes : Horst Kraetzchmar,Edegar Irineu Fritsche, Horst Purnhagem, Tulio Cesar Macedo, Odilo Fritsche, Laury J. de Souza, Frederico Seemann,Rodolfo Marzall Filho (Dolfi), Walmor Vitor Schwadekes, Nei Stolf, Mario Mayerle, Paulo Roberto F. Lima, Arno Ern e Oscar Rikli
Bem, praticamente todos, nós, frequentadores deste blog, somos um pouco "escritores" ou mesmo "escrevinhadores", portanto é justo que nos demos os PARABÉNS, porque hoje é o DIA DO ESCRITOR!!!!!(Vou ingerir uma btella de vinho cabernet à noite, em nossa modesta homenagem. Podexá que tomo um gole por cada um de vocês...
Os criadores dos adorados filmes Toy Story abrem novamente a caixa de brinquedos e levam mais uma vez as platéias ao adorável mundo de Woody, Buzz e nossa turma favorita de personagens em Toy Story 3. Lee Unkrich (co-diretor de Toy Story 2 e Procurando Nemo) dirige este muito aguardado filme, e Michael Arndt, o roteirista ganhador do prêmio da Academia® de Pequena Miss Sunshine empresta seu grande talento e sensibilidade cômica ao projeto.
Elenco Vozes de: Tom Hanks, Joan Cusack, Tim Allen, John Ratzenberger, Wallace Shawn, Don Rickles, Ned Beatty, Estelle Harris Roteiro Michael Arndt Produção Executiva John Lasseter Produção Darla K. Anderson Direção Lee Unkrich
A PALMADA DESEDUCA. Esse é o slogan da campanha que o Laboratório de Estudos da Criança (LACRI), da Universidade de São Paulo, quer difundir a fim de desestimular pais e educadores a bater nas crianças.
O castigo físico em crianças foi introduzido no Brasil pelos padres jesuítas no século XVI, causando indignação nos indígenas. A correção, como explica a historiadora Mary Del Priore, no livro História das Crianças no Brasil, era considerada uma forma de amor. O excesso de carinho devia ser evitado porque fazia mal aos filhos. A relação entre os pais e suas crianças teria de ser o espelho do amor divino, segundo o qual, amar é castigar os erros e dar exemplo de vida correta. A perspectiva judaico-cristã sempre foi favorável a uma educação por meio de castigos psicológicos e físicos.
Nos estudos de Michel Foucault (1977), renomado pensador francês, o uso do castigo físico faz parte de um sistema de controle de uma sociedade investida do sentido da ordem e da lei. As instituições do século 18, ligadas por uma espécie de rede de crenças, valores e hábitos, geraram um sistema de vigilância, controle e punição desde a família, até a prisão, passando pela escola e pelo serviço militar. A educação tradicional era um sistema que acreditava ser preciso formar um cidadão disciplinado para ser dócil à nova ordem moderna.
Mas em nossa época, denominada pós-moderna, querer resgatar o castigo físico como método educativo, além de ser um contra-senso, é uma prática fora de lugar. Os pais que ousam bater nos filhos agem como os terroristas que, através de um ato bárbaro e irracional, pretendem eliminar o sentido das palavras e o valor do diálogo. Mais ainda, eles acreditam que são donos do corpo dos filhos assim como o era o senhor do dos escravos.
A posição favorável ao uso de palmada sinaliza que esse natural(?) uso da mão aberta tem a intenção de ser um ato complementar à educação por palavras. Contudo, atualmente predomina a tendência de que a palmada não funciona como método educativo, pelo contrário, causa ressentimento e dor, ou seja, pode causar um efeito contrário à educação. O ato de bater reforça, sem dúvida, o autoritarismo e sadismo do mais forte sobre o mais fraco, no caso, a criança, que termina ficando ressentida e com raiva.
O professor da Faculdade de Educação da USP, escritor de vários livros sobre educação e ensino escolar, Julio Groppa Aquino e a psicóloga e colunista da Folha de S. Paulo, Rosely Sayão, afirmam que, quando bem posicionados no seu papel, pai e mãe não precisam usar de violência para corrigir erros ou evitar reincidências dos filhos.
Há, também, aqueles que não usam o castigo físico, mas abusam do castigo psicológico, que pode ter efeito ainda mais traumático para a formação da personalidade da criança. O castigo psicológico é também uma forma de violência que marca para sempre a alma, embora deixe intacto o corpo da vítima.
Para a ABRAPIA (Associação Brasileira de Pais, Infância e Adolescência), violência psicológica é rejeição, depreciação, discriminação, desrespeito, desqualificação, negligência, bullying (intimidação, perseguição e isolamento da criança), omissão de responsabilidades e punições exageradas.
Quem castiga esquece, quem é vítima jamais esquece.
Pais que falam palavras vazias, que fingem ser os amigões, abdicando de sua autoridade de pais, podem estar cometendo uma fraude educativa. Castigos e punições, bem como prêmios sem merecimento, podem causar efeito negativo na formação da pessoa.
Equilibrar palavras e atos assertivos, sem recorrer ao uso de qualquer violência, é fazer da educação uma arte e contribuir para a adoção de uma nova ética na condução de uma geração que, certamente, será mais justa e mais feliz.
A República Juliana foi proclamada em 24 de julho de 1839 compreendendo o território de Santa Catarina, e durou até 15 de novembro do mesmo ano. Foi uma extensão da Revolução Farroupilha, iniciada na vizinha província do Rio Grande do Sul, onde havia sido proclamada a República Rio-Grandense. A República Juliana - proclamada por Davi Canabarro e Giuseppe Garibaldi, foi confederada com a república farroupilha, porém, sem condições de expandir-se pela província catarinense, não conquistando a Ilha de Santa Catarina e Nossa Senhora do Desterro, sede provincial do governo imperial, e em novembro do mesmo ano - quatro meses após sua fundação, não resiste às forças do Império, que retomam Laguna, cidade-sede do governo juliano. No planalto, Lages aderiu à revolução, mas submeteu-se no começo de 1840. Os farrapos resistiram revoltosos até 1º de março de 1845.
O ex jogador Denilson assina contrato com a Band por dois anos...para comentarista.
Milene Domingues será correspondente da RedeTv na Europa em assuntos relacionados a futebol...
Galvão Bueno pode ter contrato prorrogado com a Globo, o discurso era finalizar seus trabalhos em 2014 após a Copa, mas parece que vai ser prorrogado até 2016 para as Olimpiadas no Rio.
Quando você usa a internet, qual navegador que você usa?
Como assim? Tem Mozilla também que eu conheço, e só. Tem alguns Mozilla, Firewall. Conheço o Explorer e o do Google lá, só que eu nunca usei o do Google. Uso o Mozilla mesmo..Navegador..Safari, cara. Uso a..Sky! A internet eu viajo em outras dimensões, internet não. Conheço o UOL, conheço vários. Mas eu uso Ajato que para mim é o melhor..Eu gosto mais de Ajato.
Pois é. Pelas respostas, deu pra perceber que grande parte dos usuários de Internet nem sabem o nome do navegador que utilizam. Só conhecem este símbolo, que é o caminho que vem, por padrão, no Windows. Clicam aqui e acessam as páginas do mundo todo. Muitos não sabem que existem vários navegadores, desenvolvidos por várias empresas diferentes. E assim como tudo nessa vida, é bom termos opção de escolha, né? Hoje, o Laboratório Digital vai avaliar os cinco principais do mercado nas versões mais recentes: Internet Explorer 8, Mozilla Firefox 3.6.3, Google Chrome 5, Safari 5 e Opera 10.53. Será que as diferenças são realmente gritantes? E será que dá pra apontar o melhor entre eles? É o que veremos agora!
Antes de tudo, entenda: o desempenho dos diferentes navegadores depende da configuração da máquina, do sistema operacional, quantidade de aplicativos abertos simultaneamente, velocidade da conexão... enfim, as variáveis são muitas! Além disso, cada um de nós tem gostos e necessidades diferentes. Por isso mesmo, sinto desapontar você, telespectador... mas é praticamente impossível dizer qual o melhor entre os testados. Nós vamos, sim, apontar as diferenças entre eles e as qualidades de cada um. Mas cabe a você a escolha. Vamos lá?
Primeiro detalhe observado: compatibilidade. Aqui, Firefox, Chrome e Opera saem na frente, já que estão disponíveis em versão oficial para Windows, Mac e Linux. O Internet Explorer, por razões quase óbvias, não está disponível para Linux, assim como o Safari, da Apple.
Em geral, a instalação dos navegadores é bem simples. A do Chrome foi a mais rápida. Firefox e Opera não apresentaram dificuldades. A do Safari foi um pouco mais demorada, enquanto a do Internet Explorer recomendou reiniciar a máquina.
Todo mundo odeia esperar computadores processarem tarefas, certo? Por isso, velocidade no mundo dos navegadores é essencial. Cronometramos o tempo de abertura de cada navegador, desde o momento do Enter até o programa ficar disponível para o usuário. O Chrome, sem dúvidas, é o primeiro a ficar disponível para uso. O Safari mostrou-se o mais lento nesse quesito.
O uso de memória também é extremamente importante. Esse fator está diretamente relacionado à velocidade: quanto menos memória utilizada, normalmente, mais rápido será o processo. Isso sem contar na possibilidade de outros programas rodarem simultaneamente. Aqui, utilizamos o Gerenciador de Tarefas do Windows para avaliar o gasto de cada navegador. Quem saiu na frente foi o Chrome, utilizando cerca de 14 mega. O mais pesado, aqui, foi o Opera, ocupando mais de 45 mega de memória.
Tem um site, o Peacekeeper, que gera uma espécie de pontuação dos navegadores instalados em seu computador. Ele testa, basicamente, algumas funções Java, que são amplamente utilizadas nos sites mais modernos. No nosso caso, o Chrome foi quem se deu bem: fez 7191 pontos, seguido de perto pelo Opera, com 6077 pontos. O Firefox e o Internet Explorer, os dois líderes de mercado, ficaram na lanterna com 3300 e 962 pontos, respectivamente.
Este é o item que mais causa discórdia entre os adoradores de cada browser. Todos eles oferecem boas possibilidades de personalização, só que cada um à sua maneira. O Internet Explorer é básico, como a Microsoft gosta de ser. Bastante intuitivo, qualquer um consegue utilizá-lo e o fato dele vir adicionado de forma nativa ao Windows faz com que as pessoas não se sintam incomodadas pelas diferenças visuais - que nos outros navegadores, acabam sendo um fator crucial. O Firefox, sem dúvidas, sai na frente com relação aos add-ons. A lista de aplicativos disponíveis é imensa, e isso é uma característica presente desde as primeiras versões do navegador. O Opera traz outras vantagens: além de serviços extras como o Opera Unite, é possível redimensionar as abas e isso é bastante útil para quem gosta de navegar por várias páginas ao mesmo tempo. O Chrome é para quem não quer frescuras: não oferece muitas opções mas é rápido, simples, fácil. Já o Safari, em sua mais nova versão, trouxe uma inovação bastante interessante. Ao clicar no botão Leitor, o texto principal da página salta aos olhos. A fonte é maior, a página se parece com a de um e-book e a leitura se torna muito mais fácil. Ideal para quem tem problemas ao ler fontes pequenas na tela do computador.
Para nós, aqui no Olhar Digital, que navegamos com várias abas ao mesmo tempo e prezamos pela velocidade na navegação, não tem jeito: o Chrome é o eleito por nós. A interface simples e direta, com poucas barras, deixa mais espaço para o conteúdo das páginas. O pouco uso da memória deixa o sistema livre para outras aplicações. E a quantidade de aplicativos disponíveis para o browser vem crescendo rapidamente.
Os links para que você baixe e experimente todos eles também estão logo acima desse texto. Confira ainda outra matéria sobre o PeaceKeeper, programa de testes que utilizamos aqui. Acesse já os links e descubra qual o melhor navegador para a sua máquina!
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