Copyright © 2010 - Blog Minhoca na Cabeça - Criado por Área Local
21 de Julho de 2010 às 22:24
Por: Jonni Schuller
21 de Julho de 2010 às 22:24
Por: Jonni Schuller
21 de Julho de 2010 às 20:44
Por: Jean Senem
21 de Julho de 2010 às 20:41
Por: Jean Senem
21 de Julho de 2010 às 17:21
Por: Antonio Jorge Rettenmaier
21 de Julho de 2010 às 17:00
Por: Ralf Kretzschmar
21 de Julho de 2010 às 16:46
Por: Daniel Juliano Doederlein Soares
21 de Julho de 2010 às 15:51
Por: Jussara Ivelise Custodio
21 de Julho de 2010 às 15:41
Por: Orlando Pereira
21 de Julho de 2010 às 15:00
Por: Aldo Nestor Siebert
21 de Julho de 2010 às 13:35
Por: Orlando Pereira
21 de Julho de 2010 às 13:00
Por: Aldo Nestor Siebert
21 de Julho de 2010 às 12:00
Por: Augusto José Hoffmann

Papai estava na sala vendo o Jornal Nacional, quando eu trouxe para
A terra gira, a vida passa, as coisas mudam. O convívio social implica, entre outros aspectos, a troca de informações, permuta de opiniões, a dialética(Hegel). A internet e seus vasos comunicantes, tem contribuído de maneira formidável para a consolidação de uma boa ferramenta, poderosa mídia, ao alcance de pobres e ricos, materiais ou intelectuais. Seu papel positivo, como geradora de discussões e intercâmbio cultural é um farol, iluminando, sinalizando aos navegadores desavisados, sobre as emboscadas e armadilhas, causadoras do encalhe ou afundamento da nau. 21 de Julho de 2010 às 11:00
Por: Celio Beber
Espirais cuidadosamente feitos das cascas de laranja defumavam sobre o fogão a lenha, dividindo espaço na vara do salame. Há quem diga que essas molas serviam para o chá, mas há correntes que defendem a tese que, depois de secas atiçariam o fogo ou aromatizavam a cozinha. Na chapa, o bule do café de coador, panelas sapecando o fundo à espera de serem arduamente areadas e alguém cuidando para o leite não transbordar.
A lenha vinha do rancho pelo velho cesto de vime.
Se a peça mais chique e arrumada da casa da minha vó era a sala de visitas, com móveis rusticos, bibelôs, quadros ovais nas paredes, cortina com bandô e até tapetes, era na cozinha que a familia se reunia, e sempre em volta do fogão a lenha. Muitas conversas, risadas e rostos vermelhos. O melhor lugar, o mais quentinho, era aquele sentado sobre a caixa da lenha. Cozinha era intimidade.
Passados milhões de anos, vamos admitindo os avanços da modernidade, pois as cozinhas de fogão de lenha não resistiram ao fascínio do progresso. As donas de casa, talvez por medo de serem consideradas pobres, dotaram suas casas de modernas cozinhas funcionais, onde o apagado fogão a gás tomou o lugar do velho fogão de lenha. Nem de fósforo precisam e o local fica muito mais limpo! Sem falar em outro vilão moderno: o microondas. Praquê todo aquele ritual para atiçar ou manter o fogo a lenha? Se os paus grossos, os paus finos e os gravetos não fossem colocados de forma certa, o fogo nem pegava. Isso exigia ciência, que era ensinado por gerações. Hoje, é só apertar um botão. Mas, cadê as famílias se reunindo e aquecendo diante do velho fogão a lenha? Cadê aquele aroma e gosto da comida feita à lenha?21 de Julho de 2010 às 10:00
Por: Aldo Nestor Siebert
Copyright © 2010 - Blog Minhoca na Cabeça - Criado por Área Local